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Família de portovelhense busca informações sobre jovem desaparecido após suposta execução na Bolívia

PORTO VELHO (RO) – A família de Antônio Marcos dos Santos Filho, natural de Porto Velho e bastante conhecido na Zona Leste da capital rondoniense, vive momentos de angústia e incerteza após receber informações de que ele teria sido executado na Bolívia na última sexta-feira (29).

De acordo com relatos repassados por familiares e pessoas próximas, Antônio Marcos estava no país vizinho quando surgiram as primeiras notícias sobre o suposto crime. Até o momento, porém, não há confirmação oficial das circunstâncias da ocorrência nem informações detalhadas sobre a motivação do caso.

A situação tem causado grande comoção entre parentes, amigos e moradores da comunidade onde Antônio Marcos era conhecido por sua trajetória de trabalho e convivência com a população local. Ele deixa a esposa grávida, que acompanha com apreensão as buscas por informações concretas sobre o paradeiro do companheiro.

Diante da falta de respostas, familiares fazem um apelo às autoridades brasileiras e bolivianas para que auxiliem na localização do corpo, caso a morte seja oficialmente confirmada, permitindo que a família possa realizar um velório e prestar as últimas homenagens.

“Nosso maior desejo neste momento é encontrar o Antônio ou, pelo menos, ter a confirmação dos fatos para que possamos dar um sepultamento digno e ter um pouco de paz”, relatou um familiar.

Até a publicação desta matéria, não havia informações oficiais sobre a localização do corpo nem sobre eventuais investigações relacionadas ao caso. Familiares também pedem que qualquer pessoa que tenha informações confiáveis sobre Antônio Marcos dos Santos Filho entre em contato com as autoridades competentes ou com a família.

O caso segue cercado de dúvidas e aguarda esclarecimentos por parte das autoridades responsáveis.

As informações divulgadas nesta reportagem são preliminares e baseadas em relatos de familiares e pessoas próximas. A confirmação oficial das circunstâncias do caso depende das autoridades competentes no Brasil e na Bolívia.

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