Prefeito Léo herda pior capital do Brasil e apresenta plano de quase R$ 200 milhões para recuperar Porto Velho

Porto Velho apareceu em último lugar entre as capitais brasileiras no Índice de Progresso Social (IPS) 2026. Com 58,59 pontos, abaixo da média nacional de 63,40, a capital de Rondônia carrega hoje o peso de décadas de abandono estrutural, falta de planejamento e ausência de investimentos em áreas essenciais como saneamento, drenagem e infraestrutura urbana.
A cidade ocupa posições críticas nos principais indicadores de saneamento básico do país. Apenas 9,89% da população possui acesso ao tratamento de esgoto e mais da metade dos moradores ainda vive sem água tratada. Porto Velho permanece há dez anos na última posição do ranking de saneamento entre as 100 maiores cidades brasileiras.
Foi essa realidade que o prefeito Léo Moraes encontrou ao assumir a gestão da capital.
Diante do cenário considerado um dos mais críticos do país, a atual administração iniciou uma ampla carteira de investimentos voltada à recuperação estrutural da cidade. Somente no primeiro semestre de 2026, a Prefeitura lançou quase R$ 200 milhões em obras e projetos estratégicos.
Entre as ações previstas estão a macrodrenagem urbana de R$ 90 milhões, novas creches e escolas, policlínicas e unidades de saúde, pavimentação de bairros, reforma de maternidade e UBS, além de projetos de mobilidade e infraestrutura urbana.
A gestão argumenta que os indicadores negativos não foram produzidos em apenas um mandato, mas são consequência de décadas de crescimento desordenado e baixo investimento público.
Mesmo diante desse cenário histórico, Porto Velho apresentou crescimento superior a 2% no IPS entre 2024 e 2026, além de melhora em áreas como saúde, educação, acesso à informação, meio ambiente e direitos individuais.
Com mais de 517 mil habitantes e um dos maiores desafios urbanos da Região Norte, a capital vive hoje um momento de reconstrução administrativa e estrutural, numa tentativa de transformar uma cidade historicamente esquecida em uma nova realidade para a população.
A aposta da atual gestão é transformar planejamento em obras, obras em resultados e resultados em melhoria concreta na qualidade de vida da população porto-velhense.
Texto: Da redação



