VÍDEO: Após marido descobrir que mulher estava em motel com motorista de APP, ela alega estupro e vai a delegacia registrar BO

Jornalismo — OMADEIRA
Um episódio que está gerando grande repercussão ocorreu em Araguaína, no Tocantins, após uma mulher procurar a polícia para denunciar um possível caso de abuso envolvendo um motorista de aplicativo.
De acordo com o relato dela, a situação teria acontecido depois que ingeriu bebida alcoólica juntamente com medicamentos psiquiátricos que faz uso regularmente — combinação que, segundo a própria vítima, não é recomendada por seu tratamento médico. Após isso, ela afirmou ter tido um surto e não lembrar claramente do que aconteceu em seguida.
A mulher contou ainda que só se deu conta da situação quando o marido conseguiu contato com ela e descobriu que ela estava em um motel na companhia do motorista. Diante do ocorrido e das dúvidas sobre o que teria acontecido durante o período em que estava alterada, ela decidiu registrar a denúncia na delegacia.
O caso foi encaminhado para investigação, e as autoridades agora trabalham para esclarecer as circunstâncias do episódio e apurar se houve ou não crime.
O motorista citado no caso utilizou suas redes sociais para apresentar sua versão sobre o ocorrido e contestar a acusação.
De acordo com ele, no dia 1º de março de 2026, teria apenas levado a mulher até o endereço solicitado após uma festa. O motorista afirmou ainda que chegou a ajudá-la pagando despesas de telefone para que ela pudesse retornar para casa.
Ainda segundo o relato, nessa mesma data ele teria sido ameaçado pela mulher com uma arma de fogo, situação que, conforme disse, contou inclusive com a presença de uma equipe da Polícia Militar.
O motorista também afirmou que, entre os dias 1º e 12 de março, a mulher teria mantido contato frequente com ele por meio de mensagens, fotos e áudios com conteúdo de cunho sexual. Ele alegou ainda que recebeu ameaças de que seria acusado falsamente de estupro caso não aceitasse continuar se encontrando com ela.
Diante da situação, o motorista declarou que procurou a delegacia no dia 11 de março, acompanhado de sua advogada, onde teria apresentado materiais como prints de conversas, áudios e outras mensagens com o objetivo de registrar sua versão dos fatos.
Já a Maxim, empresa responsável pelo aplicativo de transporte, informou que não foi oficialmente acionada nem pela suposta vítima nem pelas autoridades até o momento.
A empresa afirmou também que permanece disponível para colaborar com as investigações e ressaltou que as viagens realizadas pelo aplicativo possuem registros como placa do veículo, dados do motorista, trajeto e horário da corrida, informações que podem auxiliar na apuração do caso.
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