Enquanto parte da esquerda brasileira defende terroristas, Soldados israelenses encontram corpos de 40 bebês, alguns deles com a cabeça decapitada pelo Hamas

Os bebês israelenses foram assassinados pelos terroristas do Hamas
Eis a íntegra da nota do MST:
O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) do Brasil mais uma vez reitera nosso apoio total e irrestrito à luta do povo Palestino pela sua autodeterminação e contra a política de apartheid implementada por Israel.
A Resistência Palestina, desde Gaza, reagiu, de maneira legítima, às agressões e à política de extermínio que Israel implementa na região há mais de 75 anos.
Gaza foi transformada pelo governo sionista de Israel em uma prisão a céu aberto! Um campo de concentração isolado do resto do mundo, permanentemente atacado e bombardeado pelo exército de Israel.
Um território de 365 km² onde vivem mais de 2 milhões de palestinas e palestinos que foram expulsos de suas casas e suas terras pelo exército e por colonos de Israel. Um dos territórios mais densamente povoados do mundo, em que as pessoas não tem a liberdade de ir e vir; são privados de comida, água, medicamentos, energia, assistência médica, entre outros direitos.
À brava Resistência Palestina em Gaza: seguiremos apoiando e defendendo o direito legitimo dos povos a reagir contra a opressão!
Ao povo de Gaza: vocês são um exemplo de resiliência para todos e todas que lutam por um mundo mais justo, onde os povos tenham o direto de definir seus próprios destinos, sem intervenções e colonizações.
Ao povo Palestino em qualquer lugar do mundo: vocês têm no Movimento Sem Terra irmãos e camaradas de luta! Não descansaremos enquanto não conquistarmos uma Palestina livre, com capital em Jerusalém e com o legitimo direito ao retorno de todos os refugiados expulsos de suas casas, terras e aldeias!
Seguiremos de mãos dadas com o povo Palestino, rompendo todas as cercas e muros que nos privam de viver e amar!
Enquanto a esquerda defende terroristas, corpos de bebês israelenses, incluindo alguns com as cabeças decepadas, foram encontrados por soldados das Forças de Defesa de Israel (FDI) em um kibutz, que é uma comunidade agrícola, no sul de Israel. A informação é do jornal francês i24.
De acordo com a mídia francesa, os soldados israelenses descobriram os corpos entre casas incendiadas, móveis espalhados e carros incendiados depois que terroristas do Hamas atacaram o kibutz Kfar Aza, perto da fronteira com a Faixa de Gaza.
“Conversando com alguns dos soldados aqui, eles dizem que o que testemunharam enquanto caminhavam por estas comunidades foram corpos de bebés com as cabeças cortadas e famílias baleadas em suas camas. Podemos ver alguns desses soldados agora, confortando uns aos outros”, disse uma jornalista do i24 em vídeo divulgado nas redes sociais.
Kfar Aza foi uma das áreas mais atingidas quando terroristas do Hamas atacaram Israel na manhã do último sábado (07).
As tropas de Israel iam agora de casa em casa para recuperar corpos de civis em sacos para cadáveres.
Eles não haviam conseguido pegá-los antes, pois ainda lutavam contra os terroristas armados e trabalhavam em armadilhas para o Hamas.
Em comunicado divulgado nesta terça (10), o major-general israelita Itai Veruv disse: “Vemos os bebés, as mães, os pais, nos seus quartos, nas suas salas de protecção e como o terrorista os mata. Não é uma guerra, não é um campo de batalha. É um massacre, é uma atividade terrorista. É algo que nunca vi na minha vida. É algo que costumávamos imaginar dos nossos avós, avós no pogrom na Europa e em outros lugares. Não é algo que acontece na nova história”.
Com informações de Gazeta Brasil


