AQUI, DISCURSO FEMINISTA E PRÓ GAYS; LÁ, APOIO A UMA DITADURA SANGUINÁRIA QUE OS MATA EM NOME DA RELIGIÃO

Por Sérgio Pires — Opinião de Primeira
Claro que não são todos, mas uma maioria sim! Os esquerdistas hipócritas, que defendem pautas como a luta antifeminicídio e o respeito aos gays, com vigorosos discursos por aqui, apoiam um governo que trata as mulheres como animais de segunda categoria; jogam gays de cima de prédios e do alto de guindastes, mandam estuprar meninas condenadas à morte, porque a sua religião não permite se mate virgens.
O governo teocrata do Irã, cujo chefão foi morto por um ataque preciso dos Estados Unidos, tem o apoio do nosso governo, o que é lamentável. Enquanto o mundo verdadeiramente democrático comemora a possibilidade de que um grande país, hoje nas mãos de celerados assassinos, que patrocinam o terrorismo internacional, em nome dos brasileiros (o que é lamentável, porque certamente só uma minoria apoia esta excrescência) o presidente Lula se lamenta com a morte de um líder terrorista.
Embora um vídeo que bombou nas redes sociais faça parecer que o líder morto houvesse dito, num discurso, que mulheres são como animais e esta frase tenha sido retirada de um contexto, na vida real iraniana e nos países dominados pela religião islâmica, as mulheres são sim, tratados como seres de segunda categoria. Inclusive a série de protestos que culminaram com centenas e centenas de civis assassinados pela polícia do Irã, dias atrás, começou por causa de uma jovem morta porque não usava o hijab, o véu que elas são obrigadas a usar na cabeça.
A ditadura teocrática, terrível, é só mais um tipo de ditadura cruel, como as que existem na Coreia do Norte, em Cuba e em vários outros países, apenas com a diferença motivacional. Lá é religião, nos outros é o comunismo. No Irã, a proibição do uso da internet foi o passo final para a dominação do poder central, que tirou a liberdade de escolha e de informação do seu povo. É característica essencial das ditaduras começar pelo cerceamento da liberdade de opinião, para comandar um povo à força.
Quando os ditadores somem, grande parte do povo vai às ruas comemorar. Foi assim com Sadam Hussein, foi assim com Nícolas Maduro, foi assim com a morte do ayatolá Ali Khamenei e o será assim com todos os ditadores que, um a um, serão engolidos pelos ventos da liberdade.
Porque em pleno século 21, a ideia do totalitarismo está morrendo em várias partes do planeta. No novo mundo, bandidos serão tratados como bandidos. Pessoas de bem, trabalhadoras, que vivem suas vidas com honra, receberão as homenagens que merecem. Não aos ditadores. Não ao fim da liberdade. Não ao totalitarismo, seja ele político ou religioso. Viva a liberdade, viva a verdadeira democracia, viva a verdadeira Justiça!


