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Corpo de professora é cremado na Bahia — VEJA

Sob clima de profunda tristeza, familiares e amigos se despediram neste domingo (8), em Salvador, da professora Juliana Matos de Lima Santiago. O velório e a cerimônia de cremação ocorreram no Cemitério Jardim da Saudade e foram marcados por grande comoção.


Juliana tinha 41 anos, atuava como escrivã da Polícia Civil e também dava aulas de Direito Penal. Ela foi morta a golpes de faca dentro de uma sala de aula, na última sexta-feira (6), em Rondônia — caso que segue sendo apurado pelas autoridades como feminicídio.


O principal suspeito, identificado como João Cândido, afirmou em depoimento que teria tido um relacionamento com a vítima e que o ataque teria sido motivado por sentimento de vingança. A Polícia Civil continua investigando as circunstâncias do crime.

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