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Crime por rejeição: Polícia nega relação amorosa, nota baixa e presente de faca

Jornalismo — OMadeira

Durante coletiva de imprensa realizada em Porto Velho, a delegada titular da Delegacia de Homicídios, Leisaloma, apresentou novos esclarecimentos sobre o caso da professora assassinada dentro da Faculdade Fimca e desmentiu versões divulgadas anteriormente.


Segundo a delegada, não procede a informação de que a vítima teria mantido qualquer relacionamento amoroso com o autor do crime. Também foi descartada a versão de que ela teria presenteado o suspeito com uma faca ,, e também não foi por causa de nota— hipótese que chegaram a ser ventiladas por alguns veículos de comunicação, mas sim investidas não correspondida pela professora.


Ainda conforme a Polícia Civil, o homem foi preso em flagrante no mesmo dia do homicídio. Na ocasião, o delegado de plantão solicitou a prisão preventiva, que foi posteriormente acatada durante audiência de custódia.


A investigação aponta, com base na perícia realizada no celular da vítima — que além de professora também era escrivã da Polícia Civil em Porto Velho —, que ela era uma pessoa muito carismática e bem quista pelos alunos. Já o celular do acusado não foi localizado no momento da prisão e, por isso, ainda não passou por perícia.


Em fala durante a coletiva, a delegada destacou a gravidade do crime e afirmou que “a pena máxima é o que se espera para esse tipo de crime”, classificando a ação como praticada com requinte de crueldade. A vítima foi atingida por cerca de quatro golpes de faca, que atingiram braço, ombro e a região do coração.


A causa da morte foi apontada como choque hipovolêmico. Esse termo médico se refere à condição em que a pessoa morre em decorrência da grande perda de sangue — interna ou externa — provocando falência circulatória, quando o organismo deixa de receber oxigenação adequada e os órgãos entram em colapso.

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