Coronel Glauber Souto expõe extensa ficha criminal de criminoso morto em confronto com a PMRO; “com mais de 200 anos de condenação”

Jornalismo — OMadeira
Suspeito era apontado como integrante de facção criminosa e teria participado de diversos crimes graves; outros envolvidos se renderam durante a operação.

Um homem identificado como Fernando Ferreira da Silva, de 32 anos, morreu após um confronto armado com policiais da Força Tática da Polícia Militar de Rondônia, em Porto Velho. Segundo informações da corporação, ele possuía uma extensa ficha criminal e somava mais de 215 anos de condenação por crimes como homicídios qualificados, roubos, tráfico de drogas e porte ilegal de arma de fogo.
De acordo com o comandante-geral da Polícia Militar, o coronel Glauber Souto, Fernando havia fugido do sistema penitenciário e seguia em atividade criminosa, com planos de intensificar ações violentas no estado. Informações levantadas pelo setor de inteligência apontaram que ele e outros integrantes de uma facção estariam reunidos em uma residência na capital, supostamente organizando um ataque contra um grupo rival.

“Ações inteligentes levantaram informações de que criminosos fortemente armados estavam reunidos planejando atacar outra facção. E quando existe uma guerra entre facções, quem paga é a população”, destacou o comandante.
Diante da gravidade da situação, equipes da Força Tática foram mobilizadas e cercaram o imóvel indicado. Durante a abordagem, ainda segundo a polícia, os suspeitos tentaram fugir pelos fundos do terreno e efetuaram disparos contra os agentes.
Houve revide, e Fernando foi atingido. Os demais envolvidos se renderam no local. O suspeito baleado chegou a ser socorrido pelos próprios policiais e encaminhado ao hospital, mas não resistiu aos ferimentos.
O coronel Glauber Souto ressaltou a atuação da equipe e destacou o preparo dos policiais diante de situações de alto risco. “Quem socorreu o criminoso foram os próprios policiais contra quem ele atirou. Essa é a nossa polícia, preparada não para matar, mas para proteger”, afirmou.
A ocorrência foi registrada e deve ser investigada pelos órgãos competentes. A Polícia Militar reforçou que ações como essa visam conter a escalada da violência e impedir confrontos entre facções, que colocam em risco a segurança da população.


