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Fuga no “607”: líder do PCC com mais de 100 anos de pena está entre detentos que podem tentar chegar ao Acre

As forças de segurança do Acre intensificaram a vigilância na divisa com Rondônia após a fuga de sete presos considerados de alta periculosidade do Presídio Milton Soares de Carvalho, conhecido como “607”, em Porto Velho. A medida busca evitar que os foragidos atravessem a fronteira e entrem em território acreano, principalmente na capital, Rio Branco.

Entre os fugitivos está Fernando Ferreira da Silva, apelidado de “Furúnculo”, figura já conhecida pelas autoridades do Acre. Em 29 de setembro do ano passado, ele e o comparsa Maikon Freire de Souza assaltaram uma loja de departamentos no bairro Bosque, em Rio Branco. Armados com fuzis, os criminosos renderam funcionários e fugiram levando dinheiro e cerca de 30 celulares de alto valor.

A Polícia Militar iniciou uma perseguição logo após a ação criminosa. Durante a fuga, os suspeitos foram cercados e reagiram atirando contra os policiais. No confronto, Fernando acabou baleado na perna, enquanto Maikon foi atingido e morreu ainda no local.

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Após ser preso, Fernando foi julgado e condenado pela Vara especializada em crimes de roubos e extorsões no Acre. Devido ao tempo de pena e ao grau de periculosidade, ele foi transferido para Rondônia, onde cumpria pena no “607”.

Segundo a Polícia Civil de Rondônia, “Furúnculo” é considerado um criminoso extremamente perigoso, com uma longa ficha de crimes e condenações que somam mais de 100 anos de prisão. Ele também é apontado como uma das principais lideranças do Primeiro Comando da Capital (PCC) em território rondoniense.

Com informações e Imagem de AC24h

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