“Sicário” de Daniel Vorcaro está sepultado em túmulo sem placa de identificação

A morte de Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, de 43 anos, conhecido como “Sicário” e apontado como homem de confiança do banqueiro Daniel Vorcaro, continua cercada de questionamentos. O caso, tratado como suicídio pela Polícia Federal, ganhou repercussão diante de inconsistências nos registros oficiais. Mourão foi sepultado em um túmulo ainda sem identificação no Cemitério do Bonfim, na capital mineira.
Ele morreu após ser preso pela Polícia Federal no início de março. Segundo as informações, teria atentado contra a própria vida dentro da cela e chegou a ser socorrido, mas não resistiu. A morte cerebral foi confirmada no Hospital João XXIII, referência em atendimentos de urgência em Belo Horizonte. A investigação conduzida pela PF está em fase final.
O caso ganhou novos contornos após a identificação de falhas nos registros da Prefeitura de Belo Horizonte. Segundo o Metrópoles, dados oficiais indicavam que o sepultamento teria ocorrido semanas antes da data confirmada da morte, além de a certidão de óbito não apresentar a causa do falecimento, apontando apenas a necessidade de exames complementares. As divergências aumentam as dúvidas em torno do caso.




