Paciente paraplégico já está fazendo academia 15 dias após receber aplicação de polilamina — VÍDEO

Jornalismo — OMadeira
Mitter Mayer, que sofreu uma lesão medular na altura de T12 e teve o quadro de paraplegia confirmado — sem sensibilidade nem movimentos abaixo do local atingido — passou por um procedimento experimental no dia 2 de fevereiro, quando recebeu a aplicação de polilaminina.
Duas semanas depois, a evolução surpreendeu: ele já consegue realizar movimentos voluntários durante treinos em academia, incluindo exercícios de abdutora e extensora, algo considerado pouco provável em situações clínicas semelhantes.
O paciente é o segundo em Minas Gerais a participar desse protocolo com a substância, que segue sendo monitorado com critérios técnicos e acompanhamento rigoroso. Para alguém que antes não apresentava qualquer resposta motora, cada pequena conquista simboliza um recomeço.
O estudo é conduzido pela cientista Tatiana, pesquisadora reconhecida internacionalmente por seus trabalhos voltados às lesões da medula espinhal. Ela está à frente do desenvolvimento da polilaminina, uma molécula ainda em fase experimental, mas que já vem demonstrando resultados animadores, com relatos de retomada parcial de movimentos e sensibilidade em pacientes que anteriormente estavam paralisados.



