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Mulher atropelada e dada como morta tem melhora após semana na UTI

Após ser declarada morta por engano por uma médica do Samu, mulher atropelada voltou a receber atendimento por outro médico e foi reanimada

Internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital de Base de Bauru, no interior de São Paulo, a mulher atropelada e declarada morta por engano apresentou boa recuperação neste sábado (24/1). De acordo com o boletim médico, Fernanda Cristina Policarpo, de 29 anos, respondeu a estímulos pela primeira vez após uma semana de internação.

Fernanda Cristina Policarpo foi atropelada no último domingo (18/1), na Rodovia Comandante João Ribeiro de Barros. No local, uma médica do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) chegou a declarar a vítima morta, mas ela foi reanimada por outro médico que integrava a equipe de socorristas da concessionária responsável pela via.

Como foi o atropelamento

  • O atropelamento ocorreu no último domingo (18/1), na Rodovia Comandante João Ribeiro de Barros (SP-294), em Bauru, no interior de São Paulo.
  • Após o acidente, uma médica do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) fez a primeira avaliação da vítima, uma mulher de 29 anos, e atestou o óbito no local.
  • Com a morte declarada, o encaminhamento do corpo ao Instituto Médico-Legal (IML) chegou a ser providenciado.
  • Quando policiais militares chegaram à rodovia, a equipe do Samu já havia deixado o local, e a vítima permanecia no meio da pista, coberta por uma manta térmica.
  • A situação mudou com a chegada de um segundo médico, integrante da equipe da concessionária da rodovia, que percebeu que a mulher ainda apresentava movimentos respiratórios e sinais vitais.
  • Diante da constatação, o profissional iniciou imediatamente os procedimentos de emergência, e a vítima foi socorrida e encaminhada ao hospital.

Cremesp investiga conduta médica

O Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) instaurou uma sindicância para investigar a conduta da médica do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) que atestou, por engano, a morte de Fernanda Cristina Policarpo. Além de declarar o óbito, a equipe do Samu deixou o local antes da chegada da Polícia Militar.

A vítima só voltou a receber atendimento após a chegada de um segundo médico, acionado para acompanhar os procedimentos de remoção do corpo. Durante a avaliação, o profissional constatou que Fernanda ainda apresentava sinais vitais, especialmente movimentos respiratórios, apesar da gravidade dos ferimentos, e iniciou imediatamente o socorro.

Em nota, a Secretaria de Saúde de Bauru informou que a médica envolvida foi afastada preventivamente de suas funções enquanto o caso é apurado. Além da investigação conduzida pelo Cremesp, a pasta municipal também abriu uma sindicância administrativa para esclarecer as circunstâncias do atendimento.

 Fonte/Créditos: Metrópoles

 Créditos (Imagem de capa): Reprodução/Conecta Bauru

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