Professora vilhenense é presa por engano após erro em mandado expedido pela Justiça de Goiás

Jornalismo – Omadeira
A professora Suélen da Cruz Nunes passou por uma situação considerada injusta após ser presa por engano em decorrência de um erro relacionado a um mandado judicial expedido pelo Tribunal de Justiça de Goiás.
A educadora foi abordada por um oficial de justiça enquanto trabalhava em uma escola municipal de Vilhena, no interior de Rondônia. A ordem de prisão estava vinculada a uma suposta inadimplência de pensão alimentícia, mas posteriormente foi constatado que houve equívoco no cumprimento da medida.
Suélen permaneceu detida por aproximadamente 12 horas no presídio feminino do município até que a situação fosse esclarecida.
O caso gerou repercussão e mobilização nas redes sociais e na comunidade local. Mãe solo, a professora é responsável pelos cuidados da filha de 8 anos, diagnosticada com transtorno do espectro autista (TEA), o que ampliou a comoção em torno do episódio.
As circunstâncias que levaram ao erro deverão ser apuradas pelas autoridades competentes.
Com informações do Direito News



