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Entenda o protocolo de morte cerebral, adotado para Sicário

Horas depois, equipe médica retirou o paciente dessa condição

O paciente, Luiz Phillipi Mourão, conhecido como Sicário, foi incluído no protocolo de morte cerebral (ou morte encefálica), no Hospital João XXIII, em Belo Horizonte (MG). Ele deu entrada na unidade após atentar contra a própria vida, na Superintendência Regional da Polícia Federal, de acordo com os agentes. Ele foi preso na Operação Compliance Zero.

De acordo com o Ministério da Saúde, o protocolo de morte encefálica é a morte de fato, compreendida pela perda completa e irreversível das funções encefálicas cerebrais, definida pela cessação das funções corticais e do tronco encefálico ou tronco cerebral.

Quando isso ocorre, a parada cardíaca será inevitável e, embora ainda haja batimentos cardíacos, a respiração não acontecerá sem ajuda de aparelhos e o coração não baterá por mais de algumas poucas horas. Por isso, a morte encefálica caracteriza a morte de um indivíduo.

A Organização Mundial da Saúde (OMS), considera irreversível o quadro de morte encefálica. Há raros casos no mundo em que essa situação foi compartilhada; no entanto, elas são, frequentemente, relacionadas a erros de diagnóstico ou confusão entre um quadro de coma profundo ou estado vegetativo.

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